Ruim com Temer, pior com ele
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Ruim com Temer, pior com ele

Temer evitará denúncia, mas poderá ficar refém de parlamentarismo pelo avesso

José Nêumanne

25 de outubro de 2017 | 13h47

Vitória no plenário mudará status: Temer será chefe de Estado e Maia ficará perto da chefia do governo Foto: Adriano Machado

Os métodos usados pelo presidente Michel Temer para assegurar o terço de votos do plenário da Câmara dos Deputados e assim impedir a abertura de investigação da segunda denúncia do ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot contra ele pelos crimes de obstrução de justiça e organização criminosa comprometem definitivamente seu discurso do “ruim com Temer, pior sem ele”. Afinal, está sendo obrigado a jogar fora todos os compromissos assumidos para a recuperação e restauração das contas públicas ao desistir de privatizações, perdoar indiscriminadamente dívidas à União e fazer acertos com a base aliada que incluem polêmicas mudanças até na lei que reprime trabalho similar à escravidão. Este foi um dos temas do programa Estadão Discute, apresentado por Haisem Abaki e comentado pelo professor Manoel Furriela, diretor da Faculdade de Direito das Faculdades Anhembi Morumbi e por mim e transmitissão direto do estúdio da TV Estadão nas centro da redação do jornal na quarta-feira 25 de outubro de 2017, às 11 horas, e retransmitido pelas redes sociais Youtube, Twitter, Periscope Estadão e Facebook.

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