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Robôs de Bolsonaro em risco de extinção

Após uma terça-feira carnavalesca com Witzel sob investigação da PF, Planalto teve de enfrentar cinzas na quarta-feira com buscas e apreensões no QG de fakenews de bolsonaristas

José Nêumanne

28 de maio de 2020 | 21h42

No despacho em que autorizou buscas e apreensões da PF em gabinetes, casas e escritórios de bolsonaristas, Moraes chamou gabinete de ódio” de associação criminosa. Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

Um dia depois de ter comemorado Operação Placebo do MPF e da PF com autorização do STJ, Bolsonaro teve de mover seu mais recente advogadinho particular, o puxa-saco presidencial da república bananeira do Vale do Ribeira, onde ele foi criado, o petista baiano Augusto Aras, para tentar desativar a devassa nos pelotões virtuais (e criminosos) de fuzilamento de reputações de inimigos, decretada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes com quebra de sigilo bancário e fiscal dos financiadores Luciano Hang, Edgar Corona, Rey Bianchi e Winston Lima, aos quais serve como despachante-mor da república do compadrio e apoiadores como Carla Zambelli, Bia Kicis, Sara Winter, Allan dos Santos, Douglas Garcia, do bloco carnavalesco Porão do Dops, Carteiro Reaça e Roberto Jefferson, corrupto e alcaguete do Mensalão do PT e dono do PTB do Centrão, que ele está comprando com cargos. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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