Reforma divide governo Bolsonaro

Reforma divide governo Bolsonaro

Futuros chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e superministro da Economia, Paulo Guedes, abrem divergência pública sobre se projeto de emergência da reforma da Previdência deve, ou não, ser votado este ano. Pode?

José Nêumanne

31 de outubro de 2018 | 06h58

Paulo Guedes e Onyx Lorenzoni não escondem do público sua discordância sobre aprovação da reforma da Previdência. Foto: Wilton Jr./Estadão

Os dois principais ministros anunciados pelo presidente eleito, Jair Bolsonaro, Onyx Lorenzoni, da Casa Civil, e Paulo Guedes, do provável superministério da Economia, discordam publicamente da necessidade de votar ainda este ano a reforma da Previdência. O primeiro é um dos divulgadores da lenda urbana de que não há déficit no setor, pois para fechar suas contas bastaria, segundo ele e muitos seguidores da teoria à esquerda e à direita, cobrar as dívidas de grandes empresas. O segundo argumenta que, para evitar que não haja dinheiro para pagar as aposentadorias ainda na primeira metade do governo, urge aprovar o remendo de urgência proposto pelo presidente Temer. E aí? Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas de quarta-feira 31 de outubro de 2018.

Para ouvir clique aqui e, em seguida, no player

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.