Reforma ambiciosa e justa
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Reforma ambiciosa e justa

Excelente trabalho técnico da equipe do governo Bolsonaro para reformar Previdência agora será submetido ao crivo do Congresso e, depois, ao corporativismo crônico da cúpula do Judiciário

José Nêumanne

21 de fevereiro de 2019 | 11h00

Para ser aprovada e aliviar o prejuízo das contas públicas a reforma da Previdência precisará, primeiro, passar no Congresso. Foto: Luís Macedo/Agência Câmara

Bolsonaro cumpriu seu principal dever na presidência da República ao levar o texto da reforma mais ambiciosa e justa da Previdência Social na História do Brasil ao Congresso Nacional, ao qual caberá reformar a Constituição para salvar as contas públicas brasileiras de seu desastre total. A Nação teve, então, a excepcional oportunidade de testemunhar a competência técnica e a capacidade de comunicação da equipe técnica chefiada por Rogério Marinho e escalada pelo ministro da Fazenda, Paulo Guedes, e também o ridículo atroz encenado pela bancada do PSOL, partido de extrema esquerda e da “resistência”, achincalhando, não o governo, mas os desempregados pelo rombo das contas públicas.

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Assuntos para comentário da quinta-feira 21 de fevereiro de 2019

1 – Haisem – O que mais chamou sua atenção na solenidade da entrega pelo presidente Jair Bolsonaro aos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Rodrigo Maia, do projeto do governo da reforma da Previdência, segundo a manchete do Estadão hoje, “a mais ambiciosa de todas as reformas”

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2 – Carolina – Até que ponto a alta qualidade técnica do projeto, para a qual você chamou a atenção, garantirá a aprovação no Congresso e, depois, o aval da cúpula do Poder Judiciário

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3 – Haisem – O que você tem a comentar sobre o protesto com referência a laranjas feito pelo PSOL durante a visita de Bolsonaro ao Congresso Nacional

4 – Carolina – Como você recebeu o voto do decano do Supremo Tribunal Federal, ministro Celso de Melo, que criminaliza a homofobia no mesmo grau da condenação ao racismo

5 – Haisem – Que conseqüências práticas poderá ter para aumentar a segurança nacional a aprovação em votação simbólica da lei que combate o terrorismo no Brasil

6 – Carolina – O que você tem a dizer sobre a decisão da Primeira Turma do Supremo de mandar prender o assassino da missionária americana Dorothy Stang, que um de seus membros, o ministro Marco Aurélio Melo, tinha mandado soltar

7 – Haisem – Quando vai ter fim a agonia das populações das proximidades de represas da Vale na região histórica de Minas com as permanentes evacuações diante da perspectiva concreta de arrombamento delas.

8 – Carolina – Em que a negativa do desembargador Paulo Espírito Santo ao habeas corpus pedido por Régis Fichtner altera a paz de espírito dos membros das altas Cortes do Judiciário pátrio.

 

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