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Quem STF pensa que engana?

"Presunção de inocência" para adiar início de cumprimento de pena após segunda instância é atitude de alguns ministros do STF, que tentam fazer o povo de bobo, fingindo proteger inocentes que não o são

José Nêumanne

16 de outubro de 2019 | 22h32

Lewandowski, Toffoli e Mello dão a suas fantasias de morcegos poderes de enganar os cidadãos brasileiros que tratam como néscios com essa lorota de presunção de inocência. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Mesmo que consigam impor a singularidade do Brasil em 196 países da ONU, que ignoram a lorota do “trânsito em julgado”, não há a ser corrigido nenhum erro judiciário que prejudique alguém que não seja culpado. Estatísticas do CNJ, comandado pelo presidente do STF, Toffoli, que faz parte da patota que pretende soltar Lula e seus comparsas,  não encontrarão ninguém a redimir em processos que sobem do CNJ para o STF, pois ínfimos 0.006% são arquivados por erro processual, nenhum cometido contra um só inocente. Engana não, que ninguém gosta.

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