Quem é sincero, Paulinho ou Maia?
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Quem é sincero, Paulinho ou Maia?

Fundado por Eduardo Cunha, preso, Centrão ajudou a eleger Maia presidente da Câmara e hoje, segundo Paulinho da Força, desidrata reforma da Previdência para evitar reeleição de Bolsonaro

José Nêumanne

02 de maio de 2019 | 19h06

Em 1.º de maio de 2015, Paulinho da Força, Aécio Neves e Eduardo Cunha, personagens da Lava Jato, juntos no palanque. Foto: Nilton Fukuda/Estadão

Jamais Waldemar Costa Jr. confessará esse pecado, mas seu colega de Centrão Paulinho da Força foi sincero e não disse nada mais do que a verdade, quando esclareceu, em plena comemoração do Dia do Trabalho, que o Centrão, clube de acusados e suspeitos nas operações de combate à corrupção no Congresso, não apoiará a reforma da Previdência do governo com economia de R$ 1 trilhão por razões eleiçoeiras. Pela conta dos mandachuvas de Temer, que obedeciam a Eduardo Cunha antes de este ser preso, a economia de R$ 500 a R$ 600 bilhões é suficiente e R$ 1 trilhão manteria Bolsonaro no poder por mais quatro anos a partir de 2020. Rodrigo Maia, outro membro do bando, disse o que é lógico e racional: é hora de salvar as contas públicas, deixem a eleição pra depois. Mas será que está sendo sincero como Paulinho?

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Assuntos para comentário da quinta 2 de maio de 2019

1 – Haisem – Por que Paulinho da Força terá escolhido o Dia do Trabalho para confessar o verdadeiro objetivo das negaças do Centrão no debate da reforma da Previdência na Câmara e mostrar seus conhecimentos de matemática e Orçamento

2 – Carolina – A seu ver, os argumentos do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, contra a redução da economia com a reforma da Previdência anunciada nos eventos de comemoração do Dia do Trabalho

3 – Haisem – Que motivos políticos, ideológicos ou programáticos terá excluído a seu ver desemprego e reforma da Previdência do pronunciamento de dois minutos do presidente Jair Bolsonaro sobre o Dia do Trabalho

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4 – Carolina – O Ministro da Justiça, Sérgio Moro, disse ontem que seu colega Paulo Guedes, da Economia, não quer que o Coaf deixe de ficar sob seu comando para passar para ele. O que isso importa, mesmo isso sendo verdade

5 – Haisem – Qual é, para você, o significado simbólico da venda da refinaria Dusty, a Ruivinha, de Pasadena pela Petrobrás, logo ela que gerou o escândalo devassado pela Lava Jato e o impeachment de Dilma Rousseff

6 – Carolina – Se será sucesso ou fiasco a greve convocada pelo presidente autoproclamado da Venezuela, Juan Guaidó vai influenciar no processo de democratização daquele país vizinho

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7 – Haisem – O que tem a ver o recado que Lula deu na entrevista a Monica Bergamo da Folha e Florestan Fernandes de El País, conforme você denunciou em seu artigo no Estado de ontem, e a marcação da sessão presencial na Segunda Turma do STF, marcada por seu presidente, Ricardo Lewandowski,

8 – Carolina – Quais são os ensinamentos do grande craque holandês Johann Cruyff que servem como guia para entender a decadência do atualo futebol brasileiro reproduzidos por um craque do passado, Paulo Cézar Lima, em sua coluna no jornal O Globo

 

 

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