Que pressa é essa?
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Que pressa é essa?

Gilmar diz que promiscuidade na República é um descalabro, mas nada faz para coibir seus maus efeitos

José Nêumanne

06 Março 2017 | 19h17

Gilmar Mendes discursa no fórum Reforma Brasil na Associação Comercial de São Paulo: Foto Rogério de Santis/Futura Press

Gilmar Mendes no fórum Reforma Brasil na Associação Comercial de São Paulo: Foto Rogério de Santis/Futura Press

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, disse que “o país vive um quadro de descalabro” e que não é necessário depoimento de um delator premiado na Justiça para saber que há uma relação promíscua entre poder político e setor privado. É o óbvio ululante! Resta saber que uso ele fez de sua descoberta do Brasil de bicicleta em benefício da democracia e da pátria. Ele poderia também explicar por que insiste tanto na aprovação de alternativa à proibição de financiamento de campanhas políticas caras e falsas por empresas que não votam, em particular neste momento de crise grave, com altíssimo desemprego, queda de renda do trabalhador e da arrecadação para sustentar os entes públicos.

(Comentário no Pauta do Dia da Rádio Estadão – FM 92,9 – na segunda-feira 6 de março de 2017, às 18h6m)

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