Que insistência!
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Que insistência!

Na cadeia, Palocci não se defende, esperneia; e não se desculpa, só reclama

José Nêumanne

12 de outubro de 2016 | 10h56

 

Palocci submetido a corpo de delito em Curitiba Foto Suellen Lima

Palocci submetido a corpo de delito em Curitiba Foto Suellen Lima

O advogado de Palocci, Batochio, apelou para a lei que proíbe prisões em período eleitoral para anular a prisão provisória decretada por Sergio Moro contra seu cliente. Na ocasião, o especialista em direito eleitoral Tito Costa me esclareceu que, de fato, a lei proíbe prisões, a não ser em flagrante delito, mas não determina que quem já está preso seja solto, o que parece óbvio. Por que ele gozaria de tal privilégio do qual nenhum outro preso no Brasil usufruiria? Mas a defesa insistiu no argumento ao TRF4 de Porto Alegre e perdeu. Apelou para o STF e Palocci foi mantido preso num despacho de negação de recebimento do pedido em que o relator não escondeu certa impaciência. Também pudera!

(Comentário no Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 92,9 – na quarta-feira 12 de outubro de 2016, às 7h03m)

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