Quarentena para língua de Bolsonaro

Presidente fez gracinha inadequada sobre disseminação do coronavírus no Brasil, mas depois de ter viajado para Miami com assessor infectado teve de se submeter ao teste e reconhecer que não se trata de gripinha qualquer

José Nêumanne

13 de março de 2020 | 22h38

No live de Bolsonaro para falar das ameaças do coronavírus à saúde e à economia, ele e Mandetta usaram máscaras cirúrgicas para evitar contágio. Foto: Facebook/Reprodução

Na sexta-feira 13 a França fechou Torre Eiffel, Palácio de Versalhes e Louvre. Espanha declarou estado de emergência. Jogos de futebol foram cancelados. Saíram da agenda manifestações populares a favor do governo e contra grupos do Congresso e do STF. Bolsonaro teve de fazer exame para saber se tinha contraído coronavírus. Deu negativo. Mas ele precisa de dar uma folguinha ao bocão aberto.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.