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"Delinquência generalizada" (apud ministro Barroso) nos desgovernos do PT atingiu BNDES e Eletrobrás

José Nêumanne

13 de outubro de 2016 | 09h14

Maria Sílvia pondo BNDES nos eixos - Foto Fábio Motta/Estadão

Maria Sílvia pondo BNDES nos eixos – Foto Fábio Motta/Estadão

BNDES suspendeu créditos privilegiados a 25 empreiteiras (algumas das quais acusadas de pagar propinas a agentes públicos e dirigentes partidários no âmbito da Operação Lava Jato) para construção de obras no exterior, no valor de R$ 4,7 bilhões (o total é de R$ 7 bilhões). Falta explicar por que um banco estatal (“Nacional”) financia projetos no exterior sem mudar o nome para “Internacional”. Na mesma data, a Eletrobrás, cujas operações na Bolsa de Valores de Nova York foram suspensas em maio, divulgou relatórios de auditoria isenta de que foi lesada em R$ 300 milhões em propinas e superfaturamento no ambiente chamado pelo ministro do STF Barroso de “delinquência generalizada”.

(Comentário para Direto da Redação 3 da Rádio Estadão – FM 92,9 – da quarta-feira 12 de outubro de 2016, às 17h35m)

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