Presunção, burrice e preconceito
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Presunção, burrice e preconceito

A burrice da elite política responsável pelo incêndio do Museu Nacional não tem limits: o prefeito do Rio, Crivella, promete restaurar peças queimadas no prédio restaurado, criando versão fake da instituição

José Nêumanne

03 Setembro 2018 | 19h36

Ao anunciar restauração impossível do acervo do museu queimado, elite política expõe o tamanho da própria ignorância. Foto: Fábio Motta/Estadão Conteúdo

A elite dirigente presunçosa, burra e preconceituosa do Brasil, responsável pela destruição de um respeitável cabedal de conhecimentos científicos e uma coleção artística de valor inestimável por um incêndio trágico como o da noite de domingo, tem entre seus representantes o presidente Michel Temer, o ministro da Cultura, Sérgio de Sá Leitão, e o prefeito do Rio, Marcelo Crivella. Este chegou ao cúmulo de noticiar em redes sociais a reconstrução virtual de tudo o que foi perdido nas chamas no prédio a reconstruir, a partir de tecnologia de ponta e de imagens existentes da coleção egípcia, do esqueleto da mulher mais antiga do continente, Luzia, e de outros 20 milhões de itens da coleção. Este é um comentário meu no Estadão às 5, transmitido pela TV Estadão do estúdio na redação do jornal, ancorado por Emanuel Bomfim e retransmitido por Youtube, Twitter e Facebook na segunda-feira 3 de setembro de 2018, às 19 horas.

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