Prender Moro para soltar Lula
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Prender Moro para soltar Lula

PT, seu porta-voz Greenwald e os amigões do STF vão tentar condenar ministro e Deltan distorcer o artigo 317 do Código Penal interpretando que palestras remuneradas seriam forma de servidor receber vantagens indevidas

José Nêumanne

17 de agosto de 2019 | 16h47

Diretor da PF no Rio, afastado legalmente de cargo administrativo, Ricardo Saadi, é sobrinho de Jaber, que foi sócio de Márcio Thomaz Bastos, ministro de Lula. Foto: Fábio Motta/Estadão

Ricardo Saadi afastado da superintendência PF do Rio quatro meses antes do planejado por “pressão” do presidente Jair Bolsonaro, é sobrinho de Jaber Saadi, policial federal que chefiou o DPF por cinco anos no Paraná, onde funciona a Lava Jato, e, apóis  após aposentado, foi sócio do ministro da Justiça no primeiro governo Lula, Márcio Thomaz Bastos. Ele faz parte da galera do PT na PF e a tentativa de fazer tempestade no copo d’água com seu afastamento se insere no esforço que fazem militantes do “Lula livre” na mídia, no PT e entre ministros do STF fiéis ao padrinho que os indicou para desmoralizar o ex-juiz Sérgio Moro e o coordenador da força-tarefa em Curitiba, Delton Dallagnol, com piruetas retóricas e mágicas judiciais, achando ilícitos inexistentes em mensagens obtidas de forma criminosa em quebras de sigilo telefônico. Direto ao Assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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