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Por que não se privatiza

Cabides de empregos para apaniguados de ministros e poder que Bolsonaro gosta de usar para impedir reajustes de preços de produtos da Petrobrás ou proibir campanhas do Banco do Brasil impedem privatizações

José Nêumanne

29 de abril de 2019 | 07h04

O poder de intervir nos preços de produtos da Petrobrás e na política de marketing do Banco do Brasil é boa razão para Bolsonaro não privatizar essas estatais. Foto: Paulo Vitor/Estadão

O vaivém das decisões que estão para ser tomadas pelo governo Jair Bolsonaro para privatizar grandes estatais – como Petrobrás, Banco do Brasil e Correios – tem razões que fogem às corporações que vivem dependuradas em seus cabides. Muitas vezes tais razões estão diretamente ligadas aos que fingem que querem privatizar, mas preferem ficar nos estudos para tal. O ministro da Inovação, Marcos Pontes, quer manter o poder de empregar nos Correios e Bolsonaro não abre mão de intervir no marketing do BB e nos preços da Petrobrás. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da segunda-feira 29 de abril de 2019.

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