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Por onde andam os Pais da Pátria?

Presidente ameaça inimigos e democracia com milícias populares armadas, mas democratas acovardados fingem que ele não realizará projeto tão arriscado e ambicioso e o deixam avançar

José Nêumanne

25 de maio de 2020 | 22h23

Até que enfim, Bolsonaro abriu o jogo que sua obsessão por armas de fogo não tem espírito esportivo, mas faz parte de um projeto ambicioso de armar milícias fiéis. Foto: Joédson Alves/EFE

Na funesta reunião de 22/04 Jair Bolsonaro explicou que seus decretos para facilitar porte de armas têm como objetivo armar milícias para reagirem a restrições sociais de seus inimigos governadores e prefeitos. Mas os falsos guardiões da democracia – entre eles, dois por ele citados, Doria, de São Paulo, e Wilson Witzel, não adotaram ações práticas para evitar esses atos golpistas arreganhados.

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