Política reduzida a caixa 2
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Política reduzida a caixa 2

Golpe baixo do STF transferindo acusações de uso de caixa 2 em ações de corrupção e lavagem de dinheiro da Justiça Federal para Eleitoral é equiparar atividade política a truque sujo do capitalismo selvagem

José Nêumanne

15 de março de 2019 | 18h20

Toffoli, Marco Aurélio e Celso, três artífices do golpe baixo do STF a favor do crime e da corrupção e contra o cidadão. Foto: Dida Sampaio/Estadão

A Justiça Eleitoral é uma excrescência brasileira e nem razão de ser tem. Transferir processos criminais da Justiça Federal para ela não passa de um jeitinho cretino de fazer valer a verdadeira razão de sua existência, pois foi criada por e para políticos para lidar com uma legislação cheia de saídas para tornar todos e quaisquer candidatos impunes pelo mero fato de disputarem um cargo de mando ou representação na Justiça. Ao fazê-lo, o STF facilitou a vida de criminosos violentos e de colarinho branco, inspirado pelo relator Marco Aurélio Mello e sob a presidência tatibitate de Dias Toffoli, rebaixando a política brasileira à condição de crime de caixa 2, sem que Bolsonaro desse sequer um pio. Este é um dos comentários que fiz no Estadão às 5, retransmitido do estúdio da TV Estadão na redação do jornal por YouTube, Twitter e Facebook e ancorado por Gustavo Lopes na sexta-feira 15 de março de 2019, às 17 horas.

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