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Polícia devassa líder do governo

Segundo promotores e policiais de seu Estado, Paraná, Ricardo Barros recebeu R$ 5 milhões da Queiroz Galvão para atuar em benefícios para a empresa numa negociação com a estatal de energia do Estado, Copel

José Nêumanne

17 de setembro de 2020 | 19h44

Polícia civil e Ministério Público do Paraná executaram ordem judicial de busca e apreensão à procura de provas de propina de empreiteira corrupteira no gabinete de Barros. Foto: Gabriela Biló/Estadão

Polícia civil e Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná executaram mandados judiciais de busca e apreensão em escritório do líder do governo Jair Bolsonaro, Ricardo Barros, ex-líder na Câmara durante a gestão FHC, foi ainda vice-líder de Lula e Dilma Rousseff, do PT, e ministro da Saúde de Michel Temer, do MDB. Idêtico procedimento atingiu antes o gabinete do líder da atual gestão no Senado, Fernando Bezerra Coelho, do MDB e ex-ministro de Dilma. Será esta a tal da nova política? Isso ocorre no instante em que o PGR, Augusto Aras, faz contorcionismos jurídicos para livrar o chefão, que o nomeou, de denúncias de desvio de dinheiro público para fins particulares no gabinete na Câmara de 1991 a 2018. Compromisso com lisura e limpeza passa longe. Ou não? Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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