Poesia e Bahia de Antônio Lins

Poesia e Bahia de Antônio Lins

Poeta baiano conta como ACM traiu todos os chefões que o apoiaram no Estado e que flagrou várias visitas do esquerdista Chico Pinto, chefe do pai de Aras, ao chefe da inteligência do Exército na ditadura

José Nêumanne

14 de março de 2021 | 20h29

1 – Na série Dois dedos de prosa, o poeta Antônio Lins relembra o pai, Wilson, que lançou Antônio Carlos Magalhães na política baiana em 1955, apresentando-o a Juraci Magalhães e ambos seriam traídos pelo cacique, como outros. 2 – Relata também como no portão da casa do comandante da 2.ª Seção do Exército, via Chico Pinto, chefe de Roque, pai do PGR Augusto Aras, esgueirar-se para conversar com o pai da namorada. 3 – Para ele, o maior politico baiano de todos os tempos foi Manuel Novaes, deputado de 15 legislaturas e que elegia a mulher deputada, mas nunca foi governador. 5 -Fala ainda de suas parcerias musicais com Luís Caldas e Chico Maranhão e como foi personagem de Jorge Amado, que frequentava a varanda da casa do pai. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará nossas vidas.

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