Poesia, amor e liberdade
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Poesia, amor e liberdade

Neste vídeo leio ou digo de cor poemas de autoria de meus poetas favoritos (como Castro Alves e Arthur Rimbaud) e de minha própria lavra em homenagem a minha mãe, minha mulher e meu filho recém-nascido Artur

José Nêumanne

09 de junho de 2019 | 18h24

Antônio Frederico de Castro Alves

Minha vida tem sido um preito permanente à poesia, ao amor e à liberdade. Por isso, resolvi dedicar o vídeo de hoje, domingo, 9 de junho de 2019, a minha experiência com as palavras, graças às quais criei uma obra poética, namorei, noivei e casei, tendo gerado quatro filhos, que, por sua vez, me presentearam com cinco netos. Este vídeo é um preito a Mundica, minha mãe, que dizia de cor poemas na noite escura e quente do sertão de minha infância, Isabel, com quem estou casado há cinco anos, comemorados nesta data, e nosso filho Artur, a respeito do qual tomo a liberdade de ler no meu canal um poema recém-saído do forno pouco antes da leitura. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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