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Planalto mente para socorrer Michelle

Secom solta nota para defender primeira-dama de ter desviado doação feita em março pela Mafrig para comprar4 100 mil testes da Covid, dizendo que estes não são necessários no Brasil

José Nêumanne

03 de outubro de 2020 | 23h08

Michelle, mulher do presidente Bolsonaro, foi defendida pela Secretaria de Comunicação, que alegou que alegou que testes para covid diadis pela Marfrig, não são úteis no Brasil. Foto: Evaristo Sá/AFP

Tentando justificar o desvio de uma doação da Marfrig, feita em março para atender a pedido do então ministro da Saúde, Mandetta, para ajudar governo a comprar 100 mil testes de covid-19, para o Programa Pátria Voluntária, presidido pela primeira-dama, Michelle Bolsonaro, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República, afirmou em nota oficial que o Ministério da Saúde dispensou a doação por não ser mais preciiso testar a população, A tentativa de justificativa é mentirosa, pois é pública e notória a baixa testagem, uma das mais fortes deficiências do governo no combate ao contágio do novo coronavírus. Uma das ONGs beneficiadas pela doação atuou contra o aborto da menina de dez anos, que ficou grávida após ser estuprada por um tio. A encarregada da ONG, Mariângela Consoli, informou que não pediu o dinheiro e não sabe quem a indicou para receber o benefício. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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