Perdeu, playboy Lula

Sessão da Segunda Turma do STF terça 25 produziu alívio porque atuação de Gilmar e Lewandowski auxiliando defesa não o libertou ainda desta vez, mas também vergonha, porque manteve sequestro da Nação por Greenwald

José Nêumanne

25 de junho de 2019 | 22h19

Para soltar Lula, defesa com apoio de Gilmar e Lewandowski, já apelou para ONU, Fabreto, idade avançada e mais de 400 dias de pena cumprida, mas continua privado de liberdade. Foto: Leonardo Benassato/Reuters

A sessão da Segunda Turma do STF em que um habeas corpus foi negado e outro, adiado, mas com Lula permanecendo preso, produziu em mim dois sentimentos opostos: alívio e vergonha. Alívio ao ver naufragar mais uma tentativa aparentemente imaginosa de libertar o petista, na qual Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski funcionaram vergonhosamente como auxiliares de defesa do presidiário mais famoso do Brasil. Vergonha por ter o mesmo colegiado mantido sob suspense a pretensa parcialidade de Moro e a Nação inteira sequestrada por um ativista de esquerda americano, à espera da divulgação de suas revelações criminosas. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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