PCC em casa nova
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PCC em casa nova

Ao transferir Marcola e outros chefões do PCC para Distrito Federal, Rondônia e Rio Grande do Norte, governo federal reconhece poder da organização criminosa, ao contrário do que fizeram Alckmin e Moraes.

José Nêumanne

14 de fevereiro de 2019 | 06h57

Papuda, em Brasília, e presídios federais em Rondônia e no Rio Grande do Norte foram destinos de Marcola e outros líderes da facção criminosa paulista. Foto: Walter Campanato/Agência Brasil

Portaria do governo federal permitindo uso das Forças Armadas para garantir segurança da transferência da cúpula da organização criminosa PCC de presídios paulistas para a Papuda, em Brasília, e outros presídios federais em Rondônia e no Rio Grande do Norte oficializa medida correta para por fim ao poder de seus chefões sobre asseclas nas ruas. E é  também o reconhecimento pelo Estado brasileiro do poder mortal dessa organização criminosa – postura valiosa porque até agora ela casou e batizou contando com a atitude estúpida do ex-governador paulista Geraldo Alckmin de, por não ter como combatê-la de forma eficaz, negou a força dela e atribuiu sua fama à divulgação de seus crimes pela mídia. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas de quinta-feira 14 de fevereiro de 2019.

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