Paz dos cemitérios
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Paz dos cemitérios

Mais pavorosa do que a insegurança em Vitória é a indiferença criminosa do governo federal

José Nêumanne

09 de fevereiro de 2017 | 12h12

Guerra em Vitória, paz dos cemitérios em Brasília Foto Wilton Jr./Estadão

Guerra em Vitória, paz dos cemitérios no Brasil Foto Wilton Jr./Estadão

A chantagem criminosa dos policiais militares do Espírito Santo, agora associados aos civis, é absurda e deve ser reprimida da forma como foi sugerida por Modesto Carvalhosa: prisão dos amotinados e dissolução da encenação mambembe à porta dos quarteis. É intolerável a inércia do ministro da Defesa, Raul Jungman, que não conhece sequer as atribuições constitucionais das Forças Armadas, que chefia, pois não faz o que manda a Constituição. Mas esse amadorismo não causa efeitos mais deletérios do que a licença de Alexandre de Moraes, que entrega o Ministério da Justiça e agora da Segurança Pública a cargo do secretário geral, enquanto os mortos de Vitória nem mais são contados.

Comentário no Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 92,9 – na quinta-feira 9 de fevereiro de 2017, às 7h40m)

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