Paulo Preto corre perigo
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Paulo Preto corre perigo

Paulo Preto, Aloysio e Gilmar se conheceram sob a égide de FHC no Palácio do Planalto, onde Lula e José Dirceu se reuniram com ex-presidente e ex-ministro da Justiça para celebrarem pacto de postura sobre assassinato de Celso Daniel

José Nêumanne

08 de março de 2019 | 17h47

Em 2002, no Palácio do Planalto, Lula e FHC, com Dirceu e Aloysio, acertaram ponteiros sobre como lidar com execução de Celso Daniel. Foto: Gregg Newton/Reuters

Janaína Paschoal tem razão quando avisa que o chamado operador de propinas do PSDB Paulo Vieira de Souza, Paulo Preto, corre risco de vida, pois, se fizer delação premiada, vai deixar muito figurão tucano sem sono. Principalmente o trio ao qual ele, como assessor técnico, se juntou no Palácio do Planalto na gestão federal do partido: o ex-presidente FHC, o ex-advogado-geral da União Gilmar Mendes e o ex-ministro da Justiça Aloysio Nunes. Fernando e Aloysio também protagonizaram um pacto importante com Lula e José Dirceu para por panos quentes na investigação da execução de Celso Daniel, de interesse do PT. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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