Patrimonialismo incólume
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Patrimonialismo incólume

Temer mantém Geddel no Planalto, com apoio de sua base na Congresso. Nada a comemorar.

José Nêumanne

23 de novembro de 2016 | 08h49

Moura e Geddel firmam pacto patrimonialista Foto Valter Campanato/Agência Brasil

Moura e Geddel firmam pacto patrimonialista Foto Valter Campanato

André Moura, última evidência do poder resiliente de Eduardo Cunha na Câmara, levou a Geddel Vieira Lima uma carta de apoio assinada por 27 líderes de bancadas governistas. A essa manifestação de cegueira diante dos evidentes indícios de patrimonialismo malsão na permanência do secretário do governo Temer juntam-se outras de figuras poderosas do Congresso, como o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, que considera “indispensável” o papel cumprido pelo amigo do presidente na articulação do apoio às medidas de correção do rumo da crise econômica no Legislativo. Se depender do Brasil oficial, o protagonista do execrável tráfico de influências será mantido por Temer no cargo. Que vergonha!

(Comentário no Direto da Redação 3 da Rádio Estadão – FM 92,9 – da terça-feira 22 de novembro de 2016, às 17h38m)

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