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Para o Centrão, o Brasil que se dane

Paulinho da Força confessou que grupo político que lidera só apoia projeto da reforma da Previdência parcialmente para evitar que Bolsonaro possa se aproveitar do sucesso que beneficiaria a todos, para ficar no poder

José Nêumanne

01 de maio de 2019 | 21h35

Trabalhadores que compareceram ao show de comemoração do 1.º de maio no Anhangabaú são massa de manobra de Paulinho da Força e Wagner Freitas. Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Paulinho da Força fez aliança com Wagner Freitas, da CUT, para sabotar a reforma da Previdência. E não teve o menor pudor em explicar por que o Centrão, do qual é um dos maiores líderes, não apoiará integralmente o projeto da reforma da Previdência do governo. Ele acha que, se for economizado R$ 1 trilhão, Bolsonaro terá muito dinheiro para gastar e se reelegerá. Por isso, a economia não poderá ser maior do que R$ 500 bilhões a, no máximo, R$ 600 bilhões. Ou seja, ficou claro que, para tirar o presidente da sucessão, o Brasil que se dane.

Para ver o comentário no Jornal da Gazeta da quarta-feira 1.º de maio de 2019 clique aqui

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