Palocci premiado
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Palocci premiado

Delação desmascarando à PF farsa de Lula, que beneficiou empresa que forneceu navios-sonda à Petrobrás em troca de propinas e não para fortalecer indústria nacional, valeu prisão domiciliar a Palocci

José Nêumanne

28 Novembro 2018 | 19h52

A intimidade dos velhos tempos entre Lula e Palocci virou inimizade com delação premiada. Foto: Agliberto Lima/Estadão

Reportagem de Ricardo Brandt, da equipe do Fausto Macedo, publicada no Estado de domingo, ao relatar, com exclusividade, apenas uma ínfima parte da delação de Palocci, que foi, no mínimo, o número 3 do PT, abaixo de Lula e Dirceu, é histórica por revelar a grande mentira que foi o falso nacionalismo para disfarçar o propinoduto. Para se ter uma ideia mais precisa do que ainda há a ser revelado, e ainda não por a delação premiada estar sob sigilo, basta notar que a 8.ª Turma Penal do TRF-4 transferiu o importante delator da prisão, onde estava em Curitiba, para cumprir pena, que foi reduzida, em prisão domiciliar, com progressão prevista para o regime semi-aberto usando tornozeleira. Este foi um dos meus comentários no Estadão às 5, ancorado por Emanuel Bomfim no estúdio da TV Estadão na redação no do jornal, retransmitido por Youtube, Twitter e Facebook, na quarta-feira, 28 de novembro de 2018, às 17 horas.

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