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Palocci detona Dilma

Ex-chefe da primeira eleição e depois da Casa Civil de madama poste de Lula, Palocci contou à PF que ela o autorizou pessoalmente a pegar propina milionária da Camargo Corrêa para sepultar no STJ de Asfor Operação Castelo de Areia

José Nêumanne

31 de agosto de 2019 | 17h28

Bastos (na foto ministro de Lula em 2013) era figura frequente nos plenários de tribunais superiores em Brasília, nos quais transformou Castelo de Areia em cinzas. Foto: Dida Sampaio/Estadão

A bomba do dia despejada pela delação de Antônio Palocci à PF é protagonizada por Dilma Rousseff. Na condição de chefe da campanha da eleição do poste de Lula em 2010, o petista contou que madama autorizou pessoalmente pegar propinas da empreiteira corrupteira Camargo Corrêa para financiar projeto do ex-ministro da Justiça de Lula Márcio Thomaz Bastos, financiar com despesas milionárias a primeira eleição da então chefe da Casa Civil e garantir o apoio do presidente do STJ na ocasião, César Asfor Rocha, que evidentemente nega tudo, para aceitar a tese do doutor de que a denúncia anônima retirava o valor das provas de furto. O estratagema foi repetido agora para anular a condenação do corrupto Aldemir Bendine. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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