Os velhinhos de Chicago
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Os velhinhos de Chicago

Paulo Guedes está formando um timaço para tornar viável a difícil recuperação das contas públicas brasileiras, mas como aconteceu com Temer, seu sucesso também vai depender da lisura dos outros ministros

José Nêumanne

26 Novembro 2018 | 13h31

Guedes, o “posto Ipiranga” de Bolsonaro, forma equipe com veteranos da escola de Milton Friedman. Foto/ Wilton Jr./Estadão

Os jornais chamaram a atenção nos últimos dias para a excelência dos nomes escolhidos por Paulo Guedes para a futura equipe econômica de Bolsonaro. Para que esta equipe produza uma correção na gestão das contas públicas, o futuro presidente não pode nunca vacilar na exigência de limpeza ética de ocupantes de outras pastas, ao contrário do que fez Temer. Tenho colhido boas impressões no que tocará ao ministro da Educação, Vélez Rodríguez, e ao chanceler, Ernesto Araújo. Tomara que ambos frustrem as más expectativas dos derrotados. São os votos dos brasileiros de bem, que precisam de uma administração eficiente e moralmente bem formada. Se gostar deste vídeo, por favor,  dê um like, inscreva-se no meu canal, clique no sininho para ser avisado de próximas gravações e edições e me encontre diariamente no Blog do Nêumanne no Portal do Estadão e no meu site Estação Nêumanne (www.neumanne.com); de segunda a sexta feiras no Estadão Notícias, às 6h, e no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 (eldorado@estadao.com.net), às 7h30m; e esporadicamente no Estadão às 5, aqui mesmo no Youtube. Direto ao Assunto. Inté. E Deus é mais…

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https://youtu.be/ez67yCZynp4