Os “rolos” de Flávio na Alerj

Os “rolos” de Flávio na Alerj

Flávio Bolsonaro atribuiu nomeações de mulher e esposa de chefão miliciano ao assessor Fabrício e a publicação dessa notícia a uma campanha difamatória que visa a prejudicar o governo do pai dele

José Nêumanne

22 de janeiro de 2019 | 18h58

Flávio Bolsonaro deveria fazer o maior esforço que puder para retirar, não incluir, seu pai, o presidente, das denúncias que protagoniza. Foto: Alex Silva/Estadão

O deputado estadual fluminense Flávio Bolsonaro, senador eleito, empregou em seu gabinete a mãe e a mulher de um chefão miliciano, tenta transferir a responsabilidade do erro para o motorista Fabrício Queiroz e põe o pai, o presidente Jair, no epicentro do furacão, ao tentar se defender. O PT pretende inocentar-se da própria roubalheira bilionária acusando a família Bolsonaro de não ter moral para lhes apontar o dedo. Enquanto isso, Carlos Alberto Pocente, motorista do petista de alto coturno Palocci, confirmou que o conduziu ao Aeroporto de Congonhas para entregar uma caixa de uísque, que, segundo o ex-patrão, estava cheia de dinheiro e se destinava a Lula. E, só para não deixar no ar dúvida nenhuma, Renan presidente do Senado não. #renão. Se gostou deste vídeo, por favor, dê um like, compartilhe-o no Twitter e no Facebook e inscreva-se no meu canal, clicando no sininho para ser  avisado quando publicar os próximos. Direto ao assunto, inté e Deus é mais!

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