Os reais inimigos de Bolsonaro
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Os reais inimigos de Bolsonaro

Ao pedir desculpas, de forma irônica, por não indicar inimigos para governo, presidente chama atenção para fato de que seus parentes e amigos, e não os adversários, maiores fontes de desgaste para seu governo iniciante

José Nêumanne

11 de janeiro de 2019 | 17h44

Há apenas uma semana no poder, Bolsonaro adequa promessas de nova política a práticas de antanho. Foto oficial: Alan Santos/Secretaria de Comunicação Social do governo

Post de Bolsonaro ironizando os críticos de suas escolhas pessoais para cargos públicos que deveriam ser preenchidos por critérios técnicos, da óbvia lavra do filho Carlos, choca pela deselegância e pela truculência num momento de muita confusão interna de seu governo, que ainda não sinaliza para um rumo claro, perdendo-se em episódios desimportantes e deixando de lado missões prioritárias, tais como a retomada econômica pela equipe de Paulo Guedes, que tem indicado diretrizes racionais, e o combate aos crimes de corrupção e de violência, a cargo da autorizada competência do ex-juiz Sérgio Moro. Está na hora de o presidente retomar as trilhas que abriu na campanha e de o artífice das citadas iniciativas de causa incerta e efeitos duvidosos, seu filho Carlos, cumpra seu mandato de vereador no Rio. Direto ao assunto. Inté. E Deus é mais!

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