Óleo no mar, crime impune
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Óleo no mar, crime impune

Mais surpreendente e maior crime ecológico na costa brasileira, petróleo cru despejado no Atlântico Sul e que chegou às praias do Nordeste às vésperas do verão tem tudo para ser crime internacional impune

José Nêumanne

21 de outubro de 2019 | 18h55

Praia em Conde, na Bahia, último Estado do Nordeste a ser atingido pelas placas de óleo cru derramados no Atlântico Sul de forma criminosa. Foto: Governo da Bahia

Óleo cru despejado no Atlântico Sul chegando às paradisíacas praias do Nordeste, é a esta altura um crime impune. O governo federal  não move uma palha para investigá-lo e puni-lo e nem sequer o denunciou no exterior até para cobrar dos países que criaram um quiproquó internacional em torno das queimadas sazonais na floresta tropical, sendo que o pulmão do planeta não é a Amazônia, mas o fundo dos mares onde as algas produzem o oxigênio que respiramos. Os governadores nordestinos, a maioria de esquerda, jogam a culpa toda para cima e saem debaixo para o cuspe não cair nas próprias cabeças. E os ambientalistas de ocasião fingem que isso não é com ele. Outro crime grave é a extinção de comarcas no interior do País por um Judiciário estroina e preocupada apenas em proteger os corruptos do alto comando político nacional com seus advogados grã-finos, aos quais o STF dá guarida fingindo defender inocentes que não o são. Direto ao assunto. Inté.. E só a verdade nos salvará.

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