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Óleo nas praias é venezuelano

Só 41 dias após óleo venezuelano ter emporcalhado litoral nordestino, Presidência da República foi ao local da tragédia nas pessoas de Mourão e Alcalumbre, pois Bolsonaro deixou problema com ministros falastrão e procurado pela polícia

José Nêumanne

25 de outubro de 2019 | 20h29

Menino sujo de óleo em Cabo de Santo Agostinho (PE) comoveu o mundo, mas não impressionou Bolsonaro, que viajou para Extremo Oriente sem haver visitado Nordeste. Foto: Leo Malafaia/AFP

Após compará-lo com amostras colhidas em todos os poços do mundo em seu laboratório na Ilha do Fundão, no Rio, a Petrobrás concluiu que o petróleo que emporcalha a paradisíaca costa do Nordeste, a Petrobrás concluiu que ele veio de três poços na Venezuela. E daí? Isso em nada reduz os efeitos danosos da indiferença do presidente, que nem sequer foi ver a tragédia, ao contrário de seus substitutos eventuais, Mourão e Alcolumbre. O ministro do Turismo, procurado pela polícia, e do Meio Ambiente, que acusa sem provas, foram e nada de útil disseram.

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