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Oi, calote anunciado

Presidente da Oi avisa à Anatel que não terá dinheiro para operar telefonia a partir de fevereiro e, uma vez mais, prepara-se um perdão para corruptos e mais um calote apelidado de recuperação judicial

José Nêumanne

18 de agosto de 2019 | 18h48

Rombo de R$ 65 bilhões, segundo maior calote da História, companhia telefônica dos compadres de Lula prepara-se para tungar o pagador de impostos pela segunda vez. Foto: Nacho Doce/Reuters

A Oi comunicou à Anatel que só tem recursos para funcionar até fevereiro de 2020. Eis aí o epílogo de um calote anunciado, com prejuízo de R$ 65 bilhões para o trabalhador brasileiro, o equivalente ao rombo da telefônica particular que, sob auspícios de Lula e Luís Gushiken, fez parte dos chamados “campeões mundiais” financiados pelo BNDES. E os boys do mercado ainda dizem que esse banco público não tem caixa-preta nenhuma e o yuppie da Tijuca Gustavo Montezano já mostrou não ter competência para abri-la e, então, desagradar futuros patrões do mercado, que dependerão da cornucópia estatal para ganhar muita grana. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará. 

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