Observadora parcial

Observadora parcial

Ex-presidente da Costa Rica Laura Chinchilla, chefe da delegação da OEA para observar eleição brasileira, foi parcial ao fazer comentários depreciativos sobre fake news sem dados e omitir fatos mais relevantes

José Nêumanne

26 de outubro de 2018 | 01h23

A ex-presidente da Costa Rica, Laura Chinchilla, fez observação parcial sobre fake news na eleição brasileira. Foto: Felipe Rau/Estadão

O uso do advérbio provavelmente e a falta de dados concretos e fatos comprovados que a sustentem põem sob suspeita a afirmação alarmista da ex-presidente da Costa Rica Laura Chinchilla, que chefia a delegação da Organização dos Estados Americanos para observar a eleição, de que o fenômeno das fakenews nas Whatsapps no Brasil seja inédito no mundo. Num pleito em que o candidato favorito foi esfaqueado num ato eleitoral na rua e os mandantes do atentado não foram sequer identificados pela autoridade policial e seu adversário contou que foi torturado por seu candidato a vice, quando, na verdade, há dúvidas até de que ele tenha sido seviciado, isso não pode ser levado a sério. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas de sexta-feira 25 de outubro de 2018.

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