O voto podre de Gilmar
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O voto podre de Gilmar

Na linha de frente do contra-ataque da "Força" a favor dos corruptos, ministro do STF não se exime de julgar Moro e Lava Jato, a quem faz questão de espinafrar em público

José Nêumanne

29 de agosto de 2019 | 11h19

Gilmar protagoniza momentos mais abomináveis e lamentáveis do Poder Judiciário desde que Lava Jato começou a catar tucanos. Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

Gilmar Mendes tem participado, se não como protagonista no mínimo como cúmplice, de todos os momentos do STF pelos quais a Nação sente nojo e susto. Na terça-feira 27, na companhia de Cármen Lúcia e Lewandowski, derrotou o relator Fachin e passou por cima de qualquer previsão legal para cancelar a condenação do corrupto Bendine para atender à chicana de seus advogados exigindo que o réu seja o último a se defender quando há delatores entre os outros condenados. No voto aproveitou para proclamar sua aversão por Moro, Dallagnol e à Lava Jato (só depois de flagrarem algum tucano com a boca na botija), o que, numa Justiça decente, dele exigiria afastamento do julgamento por suspeição. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará. 

 

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