O voto, a guilhotina e a metralhadora
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O voto, a guilhotina e a metralhadora

Entre revolução e democracia, PT optou pela urna, mas sempre flertou com ruptura democrática

José Nêumanne

27 Dezembro 2017 | 12h36

Desde a ditadura Lula não carrega a bandeira do PT, mas o PT a bandeira de Lula Foto: Daniel Teixeira/Estadão

Sabe aquele truque do punguista que bate a carteira do transeunte incauto e, antes que ele reaja, sai correndo e gritando “pega ladrão” pela rua acima? Pois é esse exatamente o golpe com que o Partido dos Trabalhadores (PT) enfrenta a pendenga judicial protagonizada pelo seu primeiro, único e eterno candidato à Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva, aiatolula para seus devotos, Lulinha paz e amor para os que por ele se deixam enganar. Primeiro, eles gritam “golpe!”, como gritaram quando Dilma Tatibitate Rousseff foi derrubada pelas próprias peraltices, anunciando que disputar voto sem ele na cédula não é eleição, é perseguição. Depois saem correndo atrás do prejuízo… dos outros.

Este é o primeiro parágrafo de meu artigo O eterno retorno, publicado na página 2A do Estado de S. Paulo de quarta-feira 27 de dezembro de 2017.

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