O vilão inviável e o herói improvável

O vilão inviável e o herói improvável

Marionete de Zé Cardozo e Flávio Dino, Waldir Maranhão tentou obstruir impeachment e, depois, recuou. Congresso circense.

José Nêumanne

10 de maio de 2016 | 09h19

Renan, mocinho de surpresa

Renan, mocinho de surpresa

Embrulho preparado por três patetas – José Eduardo Cardozo, Flávio Dino e Waldir Maranhão – produziu no Congresso ontem um vilão inviável, o despreparado e irresponsável presidente interino da Câmara, e um mocinho improvável, o presidente do Senado, Renan Calheiros, tido desde sempre como aliado para instantes decisivos de Dilma.  Agora a contrariou. Trouxe ainda à tona o mesmo sobrenome para dois personagens opostos: o outro Maranhão, senador paraibano, ajudou a resolver o impasse Delcídio, criado pelo tucano Aloysio Nunes. Isso, sim, é nó gordio, sô!

(Comentário no Estadão no Ar da Radio Estadão – FM 92,9 – da terça-feira 10 de maio de 2016, às 7h15)

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