O STF dos sonhos dos bandidos
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O STF dos sonhos dos bandidos

Primeira coisa que Toffoli fez no Brasil ao voltar de Roma onde acompanhou canonização de Santa Dulce dos Pobres foi providenciar a chave jurídica para soltar seu ex-patrão Lula para todo o sempre, amém.

José Nêumanne

14 de outubro de 2019 | 20h15

Toffoli com o príncipe Charles, Sarney, Aras, Alcolumbre e outros na canonização de Santa Dulce dos Pobres, no Vaticano, antes de trair o Brasil. Foto: Bruno Batista/VPR

Ao marcar a votação em plenário pela quarta vez em dois anos da jurisprudência que permite aos juízes mandarem condenados em segunda instância começar a cumprir pena para a próxima quinta-feira, 17 de outubro, o presidente do STF, Dias Toffoli, realizou o sonho de todos os bandidos de colarinho-branco e do crime organizado do Brasil em todos os tempos: poder recorrer indefinidamente até o chamado trânsito do julgado. Para isso, ele mostra que não tem o mais antigo dos signos da honra pessoal, o cumprimento da palavra dada, juntando a sua coleção de defeitos a de ser velhaco. E está fazendo isso, respaldado no acordo que tem com o presidente Bolsonaro em troca da blindagem do primogênito deste, Flávio. E a anuência dos outros presidentes de poderes, Davi Alcolumbre, do Senado, e Rodrigo Maia, da Câmara. Direto ao Assunto. Inté. E só a verdade nos salvará. 

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