O sigilo da Justiça e o tempo na política
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O sigilo da Justiça e o tempo na política

Campanha acabou e, prestes a ser diplomado presidente, Bolsonaro só terá lua de mel com cidadania no governo a depender das explicações que ex-assessor de seu filho Flávio dará ao Ministério Público sobre Coaf

José Nêumanne

09 de dezembro de 2018 | 15h24

Flávio Bolsonaro disse que ex-assessor investigado pelo Coaf dará explicações ao Ministério Público. Foto: Alex Silva/Estadão

Família Bolsonaro comete grave equívoco em imaginar que sigilo de Justiça, no caso do ex-assessor Fabrício Queiroz do senador eleito Flávio Bolsonaro no Coaf, pode lhe dar tempo para evitar consequências políticas funestas na futura administração federal. Ninguém é obrigado a concordar com o deputado estadual de que a versão do ex-motorista é “plausível”. Politicamente a cada cidadão caberá julgar se, afinal, o relato é ou não como seu ex-patrão deseja que seja. O melhor a fazer é por tudo em pratos limpos o mais rapidamente possível. Se gostar deste vídeo, por favor, dê um like, inscreva-se no meu canal, clique no sininho para ser avisado O quando gravar e publicar os próximos; e me acompanhe diariamente no Blog do Nêumanne, Política, Estadão, (https://politica.estadao.com.br/blogs/neumanne/) e no meu site Estação Nêumanne (www.neumanne.com); de segunda a sexta-feiras, às 6 h, no Estadão Notícias e, às 7h30m, no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107,3 (eldorado@estadao.com.net); e esporadicamente no Estadão às 5 aqui mesmo no YouTube. Direto ao assunto. Inté. E Deus é mais!

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