O rei da gastança
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O rei da gastança

Mais do que a crise econômica o que aumenta impopularidade de Temer é seu ímpeto de gastar

José Nêumanne

28 Julho 2017 | 18h48

Maia faz visita “histórica’ a Leite, prefeito “interino” de São Paulo por uns dias Foto JF Diorio/Estadão

Esta semana termina com uma questão crucial: por que a política da equipe econômica de Temer tem conseguido baixar a inflação e as taxas de juros e agora até aumentar, de uma maneira satisfatória, o desemprego, mas o chefe do governo continua amargando os piores índices de impopularidade da História? Parte da explicação está no fato de que Temer não se saiu bem daquela conversa com o bamba do abate Joesley Batista, da JBS, na calada do Jaburu noturno e que o núcleo duro de seu time palaciano é formado por políticos ameaçados pelo martelo de Moro e só se livram dele pelo foro. Mas acho que o principal é que ele continua sendo o rei da gastança sem freios do dinheiro público. Este assunto foi uma das notícias do dia debatidas no Estadão às 5 da TV Estadão, ancorado por Emanuel Bomfim e retransmitido ao vivo nas redes sociais Youtube, Twitter, Facebook e Periscope do Estadão na sexta-feira 28 de julho de 2017, às 17 horas.

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