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O povo exige seu poder

Manifestantes saíram de casa domingo para fazerem valer o o poder popular, que deve ser respeitado por Bolsonaro, governando para todos, e por parlamentares que não podem extrapolar seus limites em proveito próprio

José Nêumanne

27 de maio de 2019 | 09h02

Bolsonaristas, que foram às ruas em 156 cidades e na Praça dos Três Poderes em Brasília exigem ter suas prioridades respeitadas nos três poderes da República que dão nome ao lugar. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Mesmo não tendo sido espetaculares, como esperava Bolsonaro, as manifestações nas ruas brasileiras a favor dele e dos compromissos que assumiu com a cidadania nas eleições também não foram pífias, como previam seus adversários. Estes agora recorrem a soluções estapafúrdias e covardes como o recall planejado no Senado à sombra de Davi Alcolumbre, que ainda não deu conhecimento ao público da fraude transmitida para todo o País em sua escolha para o lugar antes ocupado por Renan Calheiros. Os atos trouxeram como novidade para os dois lados da dicotomia política brasileira nomes de ministros apoiados aos berros nas concentrações populares numa advertência de que o povo sabe mesmo o que quer. O presidente deveria aprender a governar para todos e os mandachuvas do Congresso a ficarem no espaço restrito de suas cumbucas

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Assuntos para comentário da segunda-feira 27 de maio de 2019:

 1 – Haisem – “Atos apóiam Bolsonaro e reformas; Maia vira alvo” é manchete do Estadão hoje. Quem ganhou com as manifestações nas ruas contra o Centrão no Congresso e o STF e a favor de Bolsonaro, da reforma da Previdência, do pacote de Moro anticrime e contra corrupção

POPURRI MANIFESTANTES

2 – Carolina – Quais foram as principais lições dadas pelos atos do domingo ao presidente, de um lado, e a seus adversários do Centrão e da esquerda, que insistem em disputar um terceiro turno inexistente

SONORA_BOLSO 2705 A

3 – Haisem – O que você acha do projeto acalentado pelo presidente do Senado, Davi Alcalumbre, de convocar recall de Bolsonaro e presente nas palavras e posturas dos líderes do Centrão, principalmente do DEM

4 – Carolina – Por que o Senado está sendo visto, diante do protagonismo da Câmara nos primeiros meses desta legislatura, como mero “carimbador” das decisões da outra Casa Legislativa

5 –  Haisem  – Quais são as chances concretas de o Senado alterar a decisão da Câmara de transferir o Coaf da Justiça para a Economia na votação do dia 3 da Medida Provisória 870/19, que promove a reforma dos ministérios

6 – Carolina – Que novidades traz às investigações sobre petistas na Lava Jato a afirmação de Antônio Palocci segundo a qual propina financiou viagem de Dilma ao exterior a esta altura do campeonato

7 – Haisem – O que há de novo na divulgação sobre o pagamento da cirurgia de Fabrício Queiroz no Hospital Albert Einstein e da devassa dos negócios com imóveis do senador Flávio Bolsonaro, constantes do inquérito do Ministério  Público do Rio sobre a chamada “rachadinha” da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro

8 – Carolina – Por que o recém-anunciado Código de Ética do PSDB não alcançará as denúncias contra o ex-presidente do partido Aécio Neves de recebimento de propina da Odebrecht e do grupo J & F

 

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