O pacto dos suspeitos pela impunidade
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O pacto dos suspeitos pela impunidade

Marco Aurélio comemora antecipadamente votação de 10 de abril em que STF, a seu ver, proibirá prisão pós 2.ª instância para mandar Lula e mais 169 mil de volta para doce recesso do lar

José Nêumanne

29 de março de 2019 | 18h22

Marco Aurélio e Lewandowski votaram para mandar processos para Justiça Eleitoral e votarão contra prisão pós 2.ª instância. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Informação de Marco Aurélio Mello de que STF vai derrubar em 10 de abril a autorização para começo de cumprimento de pena depois da condenação em segunda instância como gran finale da operação para mandar o ladrão Ali Balula, chefe de 40 milhões de devotos, de volta ao doce recesso do lar, iniciada com a transferência para a injustiça eleitoral dos processos criminais que envolvam caixa 2 em eleições. Gilmar Mendes foi o estrategista dessa manobra que conta com aliados na Câmara e no Senado, todos ansiosos por se verem livres da insônia que os acomete desde que a Lava Jato for enterrada, como eles almejam. Os juízes com vergonha na cara na primeira e na segunda instância continuam apenando outros delinquentes, mas não conseguem impedir que os donos de foro privilegiado continuem livres, leves e soltos. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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