O nome disso é covardia
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O nome disso é covardia

Pouca coragem de Lula ajuda a criar mistificação da vítima, conveniente para livrá-lo da Justiça

José Nêumanne

14 Março 2017 | 21h23

Lula sai da Justiça Federal onde depôs para o juiz Foto André Dusek/Estadão

Lula sai da Justiça Federal onde depôs para o juiz Foto André Dusek/Estadão

Ao confessar no depoimento que prestou ao juiz como réu que tem medo de ser preso em casa, Lula revelou um traço de caráter que nele percebo desde que o conheci, em 1975, apesar de ele ter negado, em entrevista a Mino Carta e Luiz Gonzaga Belluzzo, me conhecer. Sua principal característica sempre foi a covardia e foi ela que o tornou informante do delegado Romeu Tuma à época da ditadura militar. Não sou eu quem o digo. A informação, dada por Romeu Tuma Jr no livro Assassinatos de Reputações, tinha o requinte de citar seu codinome Barba. A pusilanimidade cabe como uma luva na fantasia da narrativa da perseguição com que a esquerda espera voltar ao poder para seguir saqueando a República.

(Comentário no Pauta do Dia da Rádio Estadão – FM 92,9 – na terça-feira 14 de março de 2017, às 18h06m)

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