O mal que Renan faria
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O mal que Renan faria

O mau agouro de quem aposta na derrota do projeto do governo Bolsonaro de por fim à crise com reformas por conta da derrota infringida a Renan padece da mais simples lógica: mal faria se tivesse ganho

José Nêumanne

05 de fevereiro de 2019 | 06h57

O discurso de renúncia de Renan à candidatura diante da perspectiva da derrota inevitável deve ter sido o pior momento de sua vida. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Circula nos meios de comunicação e no cafezinho do Congresso a lenda urbana de que a derrota sofrida por Renan na eleição para a presidência do Senado vai provocar irremediável mal às pretensões do governo Bolsonaro de combater a crise do desemprego com reformas, entre as quais a da Previdência. Esse mau agouro de quem prefere ver o barco afundar e não percebe que esse naufrágio prejudicaria Bolsonaro e quem o apoia, mas todos os brasileiros, padece do mínimo da lógica mais elementar, já que se de fato o alagoano tivesse esses prestígio e força não teria perdido a disputa nem sido humilhado a ponto de perder a fleugma. Mais mal mesmo ele poderia causar na presidência. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da terça-feira 5 de fevereiro de 2019.

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