O frege de Lula
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O frege de Lula

Tendo recebido 527 visitas em seis meses, em teoria de advogados e parentes, entre os quais seu poste na eleição, Haddad, com quem manteve 400 horas de reunião, petista promove na cela festa da uva

José Nêumanne

19 Novembro 2018 | 17h42

Presença de Lula na sede da PF em Curitiba transforma repartição policial para combater o crime em sede de uma verdadeira festa da uva. Foto: JFDiorio/Estadão

A reportagem de Ricardo Brandt, da equipe do Blog do Fausto Macedo, no Estadão de domingo, dando conta de que Lula recebeu 527 visitas em seus seis meses cumprindo pena na cela “de estado maior” na Superintendência da PF em Curitiba, mostra que o chefão do PT transformou-a num verdadeiro frege. E, pior ainda, faz na rotina de uma repartição policial, paga pelo contribuinte para combater o crime, uma espécie de festa da uva, em que o condenado é o centro das atenções. Está na hora de por fim a essa situação anômala, não prevista em lei, mas adotada por temor de uma conflagração inexistente, e mandar o réu para uma cadeia de verdade.

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Assuntos para comentário da segunda-feira 19 de novembro de 2018

1 – Haisem – Como você qualifica a situação atualmente vivida pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dando início ao cumprimento de sua pena, não numa prisão, como qualquer outro cidadão, mas, sim, numa sala chamada pelo juiz Sérgio Moro, “de estado maior” nas dependências da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, no Paraná?

2 – Carolina – Você concorda ou discorda com a crítica feita pelo ex-ministro da Justiça do governo petista de Dilma Rousseff José Eduardo Martins Cardozo ao fato de o futuro ocupante do cargo, o juiz Sérgio Moro, não estar cumprindo a quarentena ética entre a aposentadoria e a posse no novo cargo, no futuro governo de Jair Bolsonaro?

3 – Haisem – O presidente eleito, Jair Bolsonaro, tem razão quando diz que a polêmica sobre os cubanos do programa Mais Médicos ainda está sendo tratada pelo atual governo de Michel Temer, do MDB, e também ao se referir ao fato de que vários prefeitos demitiram médicos brasileiros para receber os cubanos, pagos pelo governo federal?

SONORA BOLSONARO 1911 02

4 – Carolina – Você acha que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, pode se dar ao luxo de desdenhar as críticas que têm sido feitas às indicações de Onyx Lorenzoni para a chefia da Casa Civil e de Thereza Christina para o Ministério da Agricultura, ambos deputados federais, pelo fato de terem sido citados em delações premiadas pelo Ministério Público Federal em casos da Operação Lava Jato?

5 – Haisem – Qual é sua opinião sobre a notícia que foi dada neste fim de semana que a Casa Civil terá suas atividades limitadas à negociação com os congressistas, ficando a gerência da gestão pública a cargo do vice-presidente, general Hamilton Mourão?

6 – Carolina – Você acha que o presidente eleito, Jair Bolsonaro, faz bem ou mal ao anunciar atenção especial para o Nordeste, única região no Brasil em que ele teve menos votos do que seu adversário no segundo turno da eleição de outubro, Fernando Haddad, do PT?

7 – Haisem – Como você encara o cenário descrito em reportagem do Estadão ao relatar que os três partidos que mais representam a velha política – PT, PSD e MDB – impediram uma maior renovação nos cargos eletivos, usando a máquina partidária e reservando mais dinheiro do Fundo Partidário para veteranos para tentar alijar os nceovatos, que, como registra o título da chamada na primeira página do Estadão “dobram número de votos votos e gastam menos”?

8 – Carolina – Como você reage à declaração oficial do governo argentino, feita ontem, de que não tem condições técnicas nem financeiras para retirar do fundo do mar o submarino ARA San Juan do fundo do Atlântico, onde foi localizado na última sexta-feira?