O crime objetivo de Dilma

O crime objetivo de Dilma

Versão de que Dilma é "pessoalmente honesta" não resiste à confissão de João Santana

José Nêumanne

27 de julho de 2016 | 11h34

dilmacha

A confissão de Santana, Mônica e Skornicki revela que o mantra profano dos partidos acusados – o de terem recebido doações legais e aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – é mentiroso. Parte dessas doações se originou de propinas e as tidas como legais podem ter usado o TSE como lavanderia de dinheiro do furto.

(Último parágrafo do artigo Adeus às Ilusões, de minha lavra, publicado na Opinião, Página 2, do Estadão de quarta-feira, 27 de julho de 2016)

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