O crime de Brumadinho
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O crime de Brumadinho

Três anos depois do vazamento da represa da Vale em Mariana ninguém foi punido e nenhuma vítima abrigada e a tragédia se repete não mais como crime ecológico, mas como homicídio doloso

José Nêumanne

26 de janeiro de 2019 | 13h13

Rompimento da barragem da Vale do Rio Doce em Brumadinho não é crime ecológico, como ocorreu em Mariana, mas homicídio doloso por omissão. Foto: Márcio Fernandes/Estadão

O desastre da represa da Vale no córrego do Feijão em Brumadinho não foi acidental nem um corriqueiro crime ecológico, mas uma série de homicidios dolosos que devem ser punidos na forma da lei penal, como pontificou a professora de Direito da USP Janaína Paschoal, deputada estadual de 2 milhões de votos. Será imperdoável se o antecedente de Mariana, sem punições judiciais nem financeiras para seus responsáveis e os agentes do Estado que contribuíram para a catastrofe por ominosa omissão, se repetir. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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