O crime que compensa
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O crime que compensa

Chefões dos partidos querem distritão para não perder o foro e bilhões para manter propinoduto

José Nêumanne

09 Agosto 2017 | 12h15

A dupla Temer & Alckmin trama um jeito de escapar da fogueira da Lava Jato Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Se a liberdade garantida do Aiatolula não passa de um bode malcheiroso, o distritão e o financiamento exclusivo de campanhas por bilhões do erário são o paraíso que os alvos da Lava Jato – os suspeitos, quem delinquiu, mas não foi revelado, e quem não caiu na tentação por não saber que aqui o crime compensa, sim, e muito – estão dispostos a fundar com números próximos da unanimidade.

Este é o último parágrafo de meu artigo Com bolsa voto e sem Lava Jato, publicado na Pag.A2 (Opinião) do Estado de S. Paulo da quarta-feira 9 de agosto de 2017.

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