O “catadão” do Bolsonaro
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O “catadão” do Bolsonaro

Duas notícias surrealistas: a criação do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, mais os índios, chefiado por uma pastora, e a entrevista por carta em que Lula revelou não saber que perdeu eleição

José Nêumanne

07 Dezembro 2018 | 18h32

Titular do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, e que ainda cuidará de  índios, será a  pastora Damares Alves. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O título do penúltimo ministério com titular anunciado – Da Mulher, Família e Direitos Humanos, e que ainda cuidará de índios – dá a impressão de que a pastora Damares Alves, assessora do senador em fim de mandato Magno Malta, sem aprovação unânime das bancadas evangélicas, em cujo nome foi escolhida, ocupará o “catadão” do Bolsonaro. No fim das contas, foi mais uma notícia surrealista da sexta-xepa de fim de feira. A outra foi a entrevista por carta de Lula a Kennedy Alencar, driblando a proibição de outra que Lewandowski permitiu, Fux proibiu e Toffoli ficou de decidir se seria feita por Monica Bergamo, da Folha. Nessa Lula pareceu não ter sido informado de que foi ele, e não Haddad, quem perdeu a eleição de outubro. Estes foram dois dos assuntos que comentei no Estadão às 5, ancorado por Emanuel Bomfim e retransmitido em duas partes do estúdio da TV Estadão na redação do jornal, por culpa de uma falha técnica que interrompeu a transmissão por Youtube, Twitter e Facebook na sexta-feira 7 de dezembro de 2018, às 17 horas.

 

 

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