O capitão derrotou o ladrão

O capitão derrotou o ladrão

Os 57 milhões 796 mil e 986 de eleitores que votaram no deputado Bolsonaro, o "mito", no dia 28 passado, só queriam se livrar do ladrão Lula, condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão

José Nêumanne

31 de outubro de 2018 | 12h52

Cercado por dezenas de agentes de segurança, o presidente eleito, Bolsonaro, foi à praia perto de sua casa, na Barra da Tijuca, no Rio. Foto: Wilton Júnior/Estadão

Talvez o ajude recorrer a boas cabeças da economia que trabalharam para candidatos rivais, como os autores do Plano Real e a equipe do governo Temer, para travarem o bom combate ocupando o “posto Ipiranga” sob a batuta de Paulo Guedes. Poderá ainda atender à cidadania se nomear bons ministros para o Supremo Tribunal Federal e levar o Congresso a promover uma reforma política que ponha fim a Fundo Partidário, horário obrigatório e outros entulhos da ditadura dos partidos, de que o povo também quer se livrar em favor da desejável igualdade.

Este é o último parágrafo de meu artigo Bolsonaro, o ‘mito’, derrotou Lula, a ‘ideia’, publicado na página 2A do Estado de S. Paulo de quarta-feira 31 de outubro de 2018.

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